Você já se pegou fazendo (ou pensando) alguma das afirmações abaixo? Ao fazer este exercício, reflita sobre como Deus pode estar querendo ajustar seu modo de pensar em relação ao perdão.
1. "Não há falta de perdão em meu coração."
Você ainda sente raiva da pessoa que te feriu? Tem um desejo secreto de vê-la pagar pelo que fez? Você se pega contando aos outros como ela te feriu?
Se sua resposta foi “sim” a qualquer uma dessas perguntas, isso é um indicativo de você não ter perdoado completamente uma ou mais pessoas que pecaram contra você.
2. "Nunca vou perdoar [tal pessoa] por [tal ofensa]. Ele (ou ela) me machucou demais."
Como Deus lidou conosco, que pecamos tanto contra Ele? (Veja Ef 2.4-5; Is 43.25; Hb 10.17; Mq 7.18-19).
Como o Novo Testamento nos ordena a responder àqueles que nos fazem mal? (Veja Lc 6.27; Lc 17.3-4; Rm 12.17-21).
3. “Eles não merecem perdão.”
O que fizemos para conquistar ou merecer o perdão de Deus? (Veja Rm 5.8; Ef 2.4-9).
4. "Se eu liberar perdão, eles sairão impunes!"
Liberar o seu ofensor não significa que ele estará livre das mãos de Deus. O perdão envolve transferir o prisioneiro para aquele que é responsável por aplicar a justiça, Deus. Isso nos alivia do fardo e da responsabilidade de mantê-lo prisioneiro por nossa própria conta.
5. "Eu os perdoei, mas nunca serei capaz de esquecer o que fizeram comigo."
Quando Deus nos perdoa, o que Ele promete fazer? (Veja Jr 31.34; Hb 10.17; Sl 103.12).
Deus não nos pede para nos esquecer do mal que nos foi feito, mas simplesmente para perdoar. No entanto, a atitude do nosso coração quando pensamos sobre a ofensa pode indicar se realmente perdoamos ou não.
6. "Eu acredito que perdoei, mas ainda luto com sentimentos de mágoa."
O que devemos estar dispostas a fazer além de perdoar aqueles que pecam contra nós? (Veja Lc 6.27–31; Rm 12.17–21).
O ato de perdoar é apenas o ponto de partida para lidar com aqueles que nos fizeram mal. Ele deve ser seguido por um compromisso de “retribuir o mal com o bem”. Esse investimento é a chave para experimentarmos a cura emocional e a restauração plena. Em situações em que não for possível ou apropriado reconstruir o relacionamento com o nosso ofensor, ainda podemos investir em sua vida por meio da oração.
7. "Eu não vou perdoar!"
No final, o perdão se resume a uma escolha. É uma escolha que Deus tanto ordena quanto nos capacita a fazer. Mas alguns simplesmente se recusam a fazer essa escolha.
O que podemos esperar se nos recusarmos a perdoar aqueles que pecaram contra nós? (Veja Mt 6.14–15; Mt 18.32–35; 2Co 2.10–11).
Escolher o caminho do perdão pode ser extremamente difícil. Os pecados cometidos contra você podem ter te causado uma dor profunda e muitas consequências negativas em sua vida. Talvez, o simples ato de ler este artigo abra algumas feridas e reviva memórias que você preferiria não encarar. Tenha a certeza de que, se você estiver disposta a enfrentar a dor, Deus estará contigo. Por mais difícil que seja perdoar aqueles que pecaram contra você, você experimentará uma grande liberdade ao escolher obedecer a Deus, pela Sua graça.
[Clique aqui para ler o original em inglês.]
© Revive Our Hearts. Usado com permissão. Adaptado de Seeking Him: Experiencing the Joy of Personal Revival de Nancy Leigh DeMoss e Tim Grissom. Saiba onde adquirir o livro traduzido Buscando a Deus: Desfrute a alegria do avivamento pessoal em nosso site. www.AvivaNossosCoracoes.com