
Dia 1: Sob pressão: A angústia da alma de Cristo
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth tem refletido sobre a vida de oração de Jesus, especificamente no Getsêmani.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Não podemos compreender a profundidade dos horrores que Cristo enfrentou ao ser pressionado como o fruto da oliveira no Getsêmani enquanto contemplava a cruz.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mulheres atraentes adornadas por Cristo, na voz de Renata Santos.
Nancy nos convida a considerar a obra redentora de Cristo enquanto continua a série Incomparável, baseada em seu devocional de 50 dias de mesmo nome (ainda não disponível em português).
Nancy: Até agora temos explorado a pessoa de Cristo. Falamos sobre Sua Encarnação, Seu nascimento, Seus primeiros anos. Analisamos Sua humanidade e Sua divindade – o fato de Ele ser homem e Deus. Meditamos no Seu batismo, Sua tentação, Sua transfiguração. Consideramos Sua impecabilidade e Sua vida de oração. Observamos Sua humildade …
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth tem refletido sobre a vida de oração de Jesus, especificamente no Getsêmani.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Não podemos compreender a profundidade dos horrores que Cristo enfrentou ao ser pressionado como o fruto da oliveira no Getsêmani enquanto contemplava a cruz.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Mulheres atraentes adornadas por Cristo, na voz de Renata Santos.
Nancy nos convida a considerar a obra redentora de Cristo enquanto continua a série Incomparável, baseada em seu devocional de 50 dias de mesmo nome (ainda não disponível em português).
Nancy: Até agora temos explorado a pessoa de Cristo. Falamos sobre Sua Encarnação, Seu nascimento, Seus primeiros anos. Analisamos Sua humanidade e Sua divindade – o fato de Ele ser homem e Deus. Meditamos no Seu batismo, Sua tentação, Sua transfiguração. Consideramos Sua impecabilidade e Sua vida de oração. Observamos Sua humildade e Sua serenidade, e ficamos maravilhadas!
Nossos corações dizem: "Senhor, Tu és realmente incomparável!" Acredito que Deus tem colocado em nossos corações um novo senso de admiração por quem Cristo é.
Porém, não basta apenas se maravilhar com Cristo, saber que Ele é incomparável. O diabo sabe que Jesus é incomparável. Precisamos nos perguntar: "Qual foi o propósito de tudo isso – Sua vinda à terra, Seu ser Deus/homem, Suas orações, Sua impecabilidade, Sua humildade, serenidade? Para que foi tudo isso? Qual foi o objetivo?"
Nos próximos dias, enquanto continuamos nesta série da Quaresma para preparar nossos corações para a Semana da Paixão de Cristo, para Sua ressurreição, queremos olhar para a obra de Cristo em nosso favor, que foi possível por causa de quem Ele era, por causa de Sua vida sem pecado.
Hoje vamos acompanhar Cristo ao Jardim do Getsêmani, aquilo que Oswald Sanders, autor do livro O Cristo Incomparável chama de a “angústia da alma” de Cristo.
Quando chegamos a Getsêmani, estamos pisando em terreno sagrado. De certa forma, parece que estamos invadindo uma cena incrivelmente íntima – como se talvez não devêssemos estar lá para esse vislumbre tão pessoal de Cristo em um momento de intensa fraqueza, angústia e tentação.
Eu me senti hesitante em entrar na minha própria meditação, muito menos em ensinar isso para outras pessoas, porque não há como transmitir toda a intensidade dessa cena. Estamos lidando com mistérios aqui que são impossíveis para nós compreendermos completamente. Mas o fato é que essa passagem, esse relato está registrado nas Escrituras.
Acho que isso significa que Deus pretendia que testemunhássemos essa cena, meditássemos sobre ela e lembrássemos que ela é uma parte muito significativa da paixão de Cristo.
Vamos dar uma recapitulada no contexto e cenário do Jardim do Getsêmani. Lembrem-se, Jesus havia acabado de tomar a Última Ceia com Seus discípulos. Ao saírem, o que eles fizeram? Cantaram um hino – já falamos sobre isso.
Jesus sabia que seria traído, preso, julgado e crucificado em breve, então levou os três discípulos mais próximos a Ele – Pedro, Tiago e João – e caminhou com eles na parte de cima através do Vale de Cedrom, até o Monte das Oliveiras, que é uma cadeia de colinas de um quilômetro de extensão, a apenas alguns passos a leste de Jerusalém. Do monte, dá para ver o templo e ele é densamente arborizado com muitos olivais.
Ao fazer uma pesquisa no Google sobre o Monte das Oliveiras, vemos algumas fotos incríveis que mostram o tipo de paisagem que existia lá – todas essas oliveiras retorcidas na região.
No pé da encosta do Monte das Oliveiras fica o Jardim do Getsêmani. Essa palavra vem de um termo hebraico que significa “moinho de azeitonas”. Como veremos, foi apropriadamente nomeado, já que naquela noite, entre as oliveiras, o Filho de Deus foi “moído” além do que podemos imaginar.
O mundo antigo tinha muitos usos para o azeite de oliva. Usavam para cozinhar, como conservante, para cuidados com a pele, cosméticos e até mesmo para curar. As lâmpadas da menorá eram acesas com pavios mergulhados em azeite de oliva. O azeite de oliva era usado para unção. Havia muitos propósitos para o azeite de oliva.
É interessante ler sobre como as azeitonas eram processadas para produzir esse óleo. Esse processo, acho que é uma metáfora, ou uma imagem do que Cristo suportou lá no jardim.
Primeiro batia-se nas oliveiras para fazer as azeitonas caírem no chão. Depois, as azeitonas eram coletadas e colocadas em uma bacia de pedra redonda e esmagadas ou moídas rolando uma grande pedra sobre essa bacia. Cada célula da azeitona contém uma pequena gota de azeite de oliva, e à medida que a polpa das azeitonas era rasgada sob o peso daquela pedra, o óleo de cada célula era liberado. Interessantemente, conforme as azeitonas eram esmagadas, um líquido avermelhado começou a fluir da fruta.
Vi uma imagem desse processo na internet, e isso me fez lembrar daquele versículo em Lucas 22 que nos diz, enquanto Jesus agonizava em oração fervorosa, “o suor dele se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra” (v.44).
Um escritor diz: “Seu coração foi esmagado como em um moinho, forçando um suor sanguinolento de todas as Suas veias.”
Bem, ainda era necessária uma pressão maior para produzir azeite de oliva, então eventualmente a polpa esmagada formaria uma pasta. Essa pasta seria espalhada em tapetes de juta empilhados um sobre o outro sob uma enorme pedra. Essa pedra era chamada de “Getsêmani” – o moinho de óleo. Sob o peso e a pressão daquela enorme pedra, mais líquido era extraído da pasta, e o óleo era separado da pasta.
Que imagem poderosa temos aqui do que Cristo passou naquele “moinho de óleo” de Getsêmani.
Nos relatos dos Evangelhos, são usadas palavras fortes para descrever a intensa pressão que Jesus enfrentou naquele “moinho de óleo” de Getsêmani. Vamos ouvir alguns desses versículos e sentir a intensidade dessas palavras:
Mateus 26:36 nos diz o seguinte:
“Em seguida, Jesus foi com eles a um lugar chamado Getsêmani [o moinho de óleo]. E disse aos discípulos:
— Sentem-se aqui, enquanto eu vou ali orar. E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a sentir-se tomado de tristeza [essa é uma palavra que significa "afligir-se, ter tristeza interior"] e de angústia.”
Na língua original, isso significa "estar em angústia mental, estar cheio de peso". Dá para sentir o peso da pedra caindo sobre Ele, espremendo-O, pressionando-O.
O trecho paralelo em Marcos 14 diz o seguinte:
“E, levando consigo Pedro, Tiago e João, começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia.” (v. 33)
Essa é uma palavra diferente da usada em Mateus. Significa "assombrar-se completamente, assustar-se, aterrorizar-se." Ele começou a ficar muito angustiado e aflito.
Agora, de volta a Mateus 26 versículos 38-39:
“Então lhes disse: — A minha alma está profundamente triste até a morte; fiquem aqui e vigiem comigo. E, adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: — Meu Pai, se é possível, que passe de mim este cálice! Contudo, não seja como eu quero, e sim como tu queres.”
Voltando agora ao relato de Lucas 22:43: “Então lhe apareceu um anjo do céu que o confortava.
Ao ver isso, poderíamos pensar: "Ah! A pressão acabou! Ele foi fortalecido por um anjo." Mas o próximo versículo, Lucas 22:44, diz:
“E, estando em agonia, orava mais intensamente. E acontece que o suor dele se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.”
O anjo O fortaleceu não para aliviar a pressão, mas para lhe dar graça e resistência para orar mais intensamente em agonia.
A palavra grega usada aqui é agonia—assim como soa em português. É uma palavra que significa "um combate, uma disputa, com ênfase na dor e no trabalho do conflito." Essa palavra agonia—Ele estava em agonia—é usada para se referir à excitação e ansiedade tremenda, produzida pelo medo ou tensão antes de uma luta ou disputa.
Ele sabia que estava entrando nesse combate contra o inferno—pela nossa salvação, pelas nossas almas—e estava nessa grande agonia, tremendo de ansiedade diante da dor e do trabalho do conflito. Ele estava sob a pedra, pressionado no moinho de óleo.
Hebreus 5 nos diz que, “Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte...” (v. 7) Uma referência pelo menos ao Getsêmani, talvez a outras orações também, mas certamente às orações no Getsêmani. Grandes clamores.
Essas são duas palavras que, quando colocadas juntas, significam, “clamores barulhentos, poderosos, fortes.” Ele clama ao Seu Pai. A pedra—é pesada; é opressora; ela pressiona. Suor cai como gotas de sangue. O óleo está sendo espremido. Cada célula de Sua carne será quebrada na cruz. Ele clama. Ele está angustiado. Ele está triste. Ele está profundamente aflito. Ele está em agonia e clama com grandes clamores.
Podemos nos perguntar: "Por que Jesus experimentou tanta angústia da alma diante de Sua morte iminente, quando lemos sobre outros mártires que foram à morte calmamente, cantando?"
A verdade é que Jesus não era um mártir, e os mártires que morreram cantando calmamente não estavam sofrendo por seus próprios pecados ou pelos pecados dos outros. Por causa da morte de Cristo na cruz, a culpa e a penalidade por nossos pecados foram removidas.
Portanto, nos momentos mais sombrios desses mártires, que deram suas vidas, que têm dado suas vidas por Cristo, através do pior de seu sofrimento, Deus nunca, nem por um momento, virou Suas costas para eles ou os abandonou, como fez com Seu próprio Filho.
Isso coloca nossos problemas, nossas pressões em perspectiva, não é? Nunca lutaremos como Ele lutou, nem nos momentos mais sombrios. Não podemos compreender a profundidade dos horrores que Cristo enfrentou ao ser pressionado como o fruto da oliveira no Getsêmani enquanto contemplava a cruz.
Vou ler algumas citações para vocês nos próximos momentos de um livro que se tornou uma grande bênção para mim. Estou segurando-o aqui. Chama-se O Salvador Sofredor (em tradução livre, ainda não disponível em português) de F. W. Krummacher. Krummacher viveu de 1796 até 1868, então este é um livro antigo. Tem uma linguagem antiga, mas é tão rico.
Ele nos conduz pela Semana da Paixão de Cristo. Quando cheguei ao capítulo sobre Getsêmani, quase me tirou o fôlego. Foi tão poderoso e com conceitos que realmente penetraram em meu coração.
Krummacher fala sobre três causas que estavam na base da angústia de Jesus em Getsêmani—ingredientes do cálice que Ele foi dado para beber por Seu Pai celestial. Ele diz primeiro, e estou citando:
“Sua [de Jesus] agonia foi causada, em primeiro lugar, por Seu horror ao pecado, por espanto diante das abominações de nossas maldades ... Sua visão delas é muito diferente da visão tomada pelo homem em seu estado obscurecido. Elas [isto é, nossos pecados, nossas maldades] se apresentam a Seus olhos santos em sua deformidade nua, em sua absoluta natureza abominável, e em seu poder destrutivo de almas. [Ele vê o pecado como ele realmente é.]
No pecado, Ele [Jesus] vê apostasia ao Todo-Poderoso, rebelião ousada contra a Majestade Eterna, e revolta vil contra a vontade e a lei de Deus; e Ele observa, de uma só vez, todos os frutos e resultados horríveis do pecado, na maldição, na morte e na perdição eterna.
Seria possível que a alma pura e santa de Jesus, ao se deparar com horrores tão terríveis, não tremesse e estremecesse? Só podemos imaginar o que é a santidade personificada (ou seja, Cristo) colocada no meio do poço da corrupção do mundo!
Charles Spurgeon descreve algo semelhante quando fala do conflito e da luta interna que Cristo deve ter experimentado enquanto orava no Getsêmani. Spurgeon diz:
“A pureza que não pode suportar o contato com o pecado deve ter sido muito poderosa em Cristo. Enquanto o amor que não permitiria que Seu povo perecesse também era muito poderoso. Foi uma luta em uma escala titânica, como se um Hércules tivesse encontrado outro Hércules. Duas forças tremendas lutam, brigam e agonizam dentro do coração ensanguentado de Jesus.”
E quais eram essas duas forças? Sua aversão ao pecado, Sua santidade e Seu amor pelos pecadores. Primeiro, Sua agonia foi causada por Sua aversão ao pecado. Voltando a Krummacher, ele diz que Jesus estava experimentando ali a maldição do pecado, pois, na cruz, Jesus assumiria a culpa e pagaria a penalidade por cada pecado que já foi cometido por cada pessoa que já viveu ou que viverá — a maldição do pecado.
Krummacher diz:
“Ele se sente como um culpado diante de Deus. Tudo o que está implícito em ser separado de Deus, privado de Seu favor, afastado de Seu afeto e ser um filho da ira, Ele sente profundamente, internamente e de maneira vital, como se Ele próprio estivesse nessa situação... Sua alma está inconsciente da presença graciosa de Deus, e prova apenas a dor e a angústia do abandono.”
E, o fato de Jesus ter ido à cruz como o substituto, no lugar dos pecadores, é a chave para entender o significado do que aconteceu no Getsêmani.
Em 2 Coríntios 5:21, está escrito assim: "Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus."
No livro "O Cristo Incomparável", Sanders diz: "Ele bebeu um cálice de ira sem misericórdia, para que pudéssemos beber um cálice de misericórdia sem ira. A agonia não era o medo da morte, mas a profunda sensação da ira de Deus contra o pecado que Ele deveria suportar."
Assim, vemos Jesus em agonia por causa do horror do pecado que Ele experimentou, por Ele ter experimentado em nosso lugar a maldição do pecado. E, em terceiro lugar, houve o assalto do maligno e seus demônios que tentaram levá-lo ao desespero ali no jardim, fazendo-o duvidar do coração do Pai em relação a Ele. Eles tentaram dissuadi-Lo de realizar a obra da redenção.
Ontem, ouvi um pastor amigo do nosso ministério, que falou recentemente em uma capela da nossa equipe. Não pude estar lá, mas ouvi ontem.
Há um querido irmão que está ministrando a cristãos e pastores perseguidos no Sudeste Asiático. Ele também tem uma profunda preocupação em relação ao tráfico sexual de milhares de meninas na Tailândia. Este pastor já esteve lá muitas vezes. Ele pode testemunhar tudo isso com seus próprios olhos e disse, nesta mensagem à nossa equipe:
“Na América, o nosso pecado é meio que 'limpo', mas eu estive em lugares onde o pecado não é tão limpo assim.”
E ele falou sobre as ruas da Tailândia; meninas de doze e treze anos grávidas, pensando que isso é algo em sua religião que lhes trará favor porque estão servindo suas famílias dessa maneira. É algo indescritível.
“Quando vou a esses lugares, peço a Deus para me deixar experimentar o coração de Cristo nesses lugares.”
E ele chorou enquanto compartilhava com a nossa equipe sobre como, às vezes, nas ruas da Índia, nas ruas da Tailândia, ele ficou tão sobrecarregado com um sentimento de compaixão, misericórdia e dor que Deus sente ao olhar para aquela cena.
“Eu senti uma intensidade tão grande de tristeza em algumas ocasiões, que disse: ‘Deus, Tu precisas recuar. Meu corpo humano não pode suportar isso.’"
Eu pensei: isso deve ser apenas uma pequena fração da angústia que Cristo sentiu no Getsêmani. Pois, em Sua humanidade, Jesus experimentou todo o peso, toda a intensidade do que significaria morrer por nossos pecados — não só os meus, mas de todos — de todos os pecados de cada pessoa que já viveu na história deste mundo.
O conteúdo do cálice que o Pai colocou diante Dele era tão horrível que Ele desejou ser poupado de ter que beber daquele cálice, mas se para evitar o cálice, se para ser poupado do cálice significasse impedir a obra da redenção, então Ele estava disposto a beber cada gota.
Três vezes Ele fez esse pedido ao Pai: “Se for possível que a redenção seja realizada sem que Eu tenha que beber este cálice, então não Me faça bebê-lo.” Novamente, não o medo da morte, mas o horror ao pecado e à maldição do pecado.
Bem, o silêncio do Pai garantiu a Ele que não havia outra maneira de o mundo ser redimido, e Ele não pediu novamente. Ele se virou para Seus discípulos e disse: "Levantem-se, vamos embora! Eis que o traidor se aproxima" (Mateus 26:46).
Krummacher diz em seu livro O Salvador Sofredor:
“Que apelo monumental é este! [‘Levantem-se, vamos!’] O Campeão de Israel vai atacar e vencer, em nosso lugar, a morte, o inferno e o diabo... Vamos ajoelhar-nos em adoração a Ele e acompanhá-Lo com aleluias.”
Oh, as incontáveis e eternas bênçãos que são nossas como resultado da angústia da alma que Jesus suportou no lagar do Getsêmani.
Portanto, quando você sentir que está sendo pressionada além da sua capacidade de suportar, vá até o Getsêmani e lembre-se de que Ele foi pressionado além de qualquer coisa que qualquer uma de nós jamais terá que suportar.
- Quando você estiver sendo tentada e sentir que não consegue resistir à tentação, vá para o Getsêmani e pense em Cristo, que resistiu à tentação em nosso lugar.
- Quando sua carne quiser resistir à cruz, vá para o Getsêmani e agradeça a Jesus por ter dito “Sim” à vontade de Deus. Peça que Ele lhe dê graça para negar a si mesma, tomar a sua cruz e seguir a Cristo.
- Quando seu coração doer por causa dos horrores do pecado e da destruição que você vê ao seu redor (e às vezes dentro de você), vá para o Getsêmani e adore o Salvador que bebeu o cálice completo da ira de Deus sobre esse pecado, para que você nunca precise provar da maldição do pecado.
- Quando você se perguntar se consegue continuar enfrentando a dor e a batalha, vá para o Getsêmani e deixe que a vitória de Cristo lhe dê coragem para ser fiel na luta — até a linha de chegada.
Amém.
Raquel: Essa foi Nancy DeMoss Wolgemuth falando sobre a angústia da alma de Cristo. Essa mensagem faz parte da série Incomparável. Para ouvir a série completa online, visite avivanossoscoracoes.com ou baixe o aplicativo do Revive Our Hearts e clique na opção em português - Aviva Nossos Corações.
Qual foi o maior erro de justiça na história do mundo? Você provavelmente já leu sobre o incidente. Nancy vai nos ajudar a explorá-lo em profundidade amanhã no Aviva Nossos Corações. Aguardamos você!
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, chamando as mulheres à liberdade, à plenitude e à abundância em Cristo.
Clique aqui para o original em inglês.