
Dia 18: A raiz de toda virtude: A humildade de Cristo
Raquel: Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Andrew Murray foi um pastor e autor sul-africano que viveu no final dos anos 1800 e início dos anos 1900. Ele disse que só poderia haver uma resposta se perguntássemos: “Qual é a principal característica de Jesus— a raiz e a essência de todo o Seu caráter como nosso Redentor?”. O que você diria?
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora do devocional Incomparável, na voz de Renata Santos.
Qual é a principal característica de Cristo? Nancy vai responder a esta pergunta no episódio de hoje da série chamada Incomparável: A Pessoa de Cristo.
Nancy: Aqui está o que Andrew Murray disse: “É a Sua humildade.”
O chamado à humildade é um tema recorrente no ministério de Jesus aqui na Terra. Ele disse:
“Bem-aventurados os mansos”—os humildes (Mt 5.5).
“... aquele que for …
Raquel: Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Andrew Murray foi um pastor e autor sul-africano que viveu no final dos anos 1800 e início dos anos 1900. Ele disse que só poderia haver uma resposta se perguntássemos: “Qual é a principal característica de Jesus— a raiz e a essência de todo o Seu caráter como nosso Redentor?”. O que você diria?
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora do devocional Incomparável, na voz de Renata Santos.
Qual é a principal característica de Cristo? Nancy vai responder a esta pergunta no episódio de hoje da série chamada Incomparável: A Pessoa de Cristo.
Nancy: Aqui está o que Andrew Murray disse: “É a Sua humildade.”
O chamado à humildade é um tema recorrente no ministério de Jesus aqui na Terra. Ele disse:
“Bem-aventurados os mansos”—os humildes (Mt 5.5).
“... aquele que for o menor de todos, esse é que é grande” (Lc 9.48).
“... e o que se humilha será exaltado” (Lc 14.11).
Esse ensinamento sobre humildade foi revolucionário na época de Jesus. Na verdade, o mundo antigo não tinha uma palavra em grego ou latim para comunicar o ideal cristão de humildade.
E para Jesus retratar a mansidão ou humildade como algo positivo e desejável era radicalmente diferente do pensamento da Sua época e, se ouso acrescentar, é radicalmente diferente do pensamento atual.
Os filósofos antigos, por exemplo, viam a palavra “humilde” como algo que denotava covardia ou timidez. Muitos consideravam a humildade um vício, não uma virtude. E Jesus vem à Terra e introduz um conjunto totalmente novo de valores—o oposto do que o mundo valoriza.
Aliás, é assim que funciona o reino de Cristo. É exatamente o oposto do reino deste mundo e em nenhum lugar isso é mais evidente do que na questão da humildade.
Pelo Seu exemplo e pelo Seu ensino Jesus apresentou o conceito de humildade como uma graça. Ele a elevou à categoria de virtude.
Andrew Murray escreveu um livro maravilhoso chamado Humildade: A beleza da santidade. Este livro já está disponível em português e é maravilhoso. O meu está todo marcado, sublinhado, destacado, com anotações nas margens, páginas dobradas. É um livrinho que vale seu peso em ouro.
Ele diz o seguinte:
A humildade é o reconhecimento de que devemos tudo a Deus... a humildade significa ser nada, para que Deus possa ser tudo... A humildade, o lugar de total dependência de Deus, é o primeiro dever e a mais alta virtude do homem. É a raiz de toda virtude.
O primeiro dever e a mais alta virtude do homem; a raiz de toda virtude.
Se a humildade é a raiz de toda virtude, então o orgulho está na raiz de todo pecado—começando naquele momento em que Lúcifer se exaltou para ser como Deus. Ele se rebelou contra a autoridade de Deus e foi expulso do céu.
Foi o orgulho que rompeu nosso relacionamento com Deus lá no Jardim do Éden. Para ser reconciliado com Deus, para ser restaurado à comunhão com Deus, foi necessário restaurar a humildade que perdemos na Queda. Faz sentido? O orgulho rompeu nosso relacionamento com Deus. E para que esse relacionamento fosse restaurado, precisava haver uma restauração da humildade. Mas como isso aconteceria? Éramos orgulhosos demais para ser humildes.
Andrew Murray diz—e eu amo essa citação:
Jesus Cristo tomou o lugar e cumpriu o destino do homem com Sua vida de perfeita humildade. Sua humildade é nossa salvação. Sua salvação é nossa humildade. Portanto, estude a humildade de Jesus. Este é o segredo, a raiz oculta da sua redenção.
É isso que eu quero que façamos hoje—que estudemos a humildade de Jesus. Poderíamos fazer uma série inteira de estudo sobre a humildade de Jesus. , mas vamos ver algumas dessas formas.
Primeiro de tudo, a humildade de Cristo se demonstra na Sua Encarnação. Já falamos sobre isso nesta série sobre o Cristo incomparável. Aquele momento em que Cristo, que é igual a Deus, tomou para Si um corpo humano e veio a esta Terra. Ele deixou de lado a majestade e o esplendor do céu e assumiu as limitações da nossa humanidade.
Sua humildade é vista quando Ele nasceu de uma jovem pobre em circunstâncias humildes—sem pompa, sem alarde, sem fanfarra... numa manjedoura, num estábulo de bois, numa estrebaria.
Sua humildade é vista quando Ele abriu mão de Seus direitos, Seus privilégios e do exercício independente de Seus direitos e atributos divinos.
C.S. Lewis diz o seguinte:
A doutrina da encarnação está, de modo enfático, no centro do Cristianismo, no fato de que o Filho de Deus desceu. [humildade] Nenhuma semente caiu tão longe de uma árvore em um solo tão escuro e frio quanto o Filho de Deus. [Sua humildade]¹
Há um poema de Natal maravilhoso que foi escrito no século XVII por Richard Crashaw que expressa a humilhação de Cristo ao vir para esta Terra. É uma linguagem antiga, é preciso ouvir com atenção, mas acho que você vai conseguir compreender o seu cerne:
Que a Grande luz que aos Anjos ofusca ter se encolhido,
Que o Seu fulgor ter resplandecido nos olhos de pobres pastores;
Que o Deus incomensurável ter se rebaixado,
Como prisioneiro em trapos ter se deitado;
Que do seio de Sua Mãe Ele ter leite bebido,
Aquele que com Néctar alimenta a alva família celestial;
Que uma vil manjedoura ter sido Seu humilde leito,
Aquele que num trono de estrelas troveja nas alturas;
Aquele a quem o sol serve ter espiado delicadamente
Através das nuvens do corpo infante! Que Ele, o longevo
Verbo Eterno, ter se tornado criança e chorado;
Aquele que fez o fogo ter vindo a temer o frio;
Que a Suma Majestade celestial ter erigido Sua corte
Em uma habitação de barro...
Que a própria Glória ter servido às nossas mazelas e medos,
Que a Eternidade ter se confinado aos anos,
Desperte em nós avassalador espanto.
A Encarnação é Cristo se rebaixando, uma demonstração de Sua humildade. Mas essa humildade não foi demonstrada apenas quando Cristo nasceu como um bebê em Belém. Ela foi demonstrada ao longo de Sua vida e ministério aqui na Terra.
De um ponto de vista humano, Jesus tinha muito do que poderia se orgulhar—Seu passado, Seus dons, Suas habilidades, Seu conhecimento, Sua herança, Sua linhagem real e assim por diante. No entanto, as Escrituras dizem—e Ele mesmo diz—que Ele era “humilde de espírito”. (Não é irônico, aliás, que nós, que não temos nada do que nos orgulhar ou gloriar, nos exaltemos com tanto orgulho? Está tudo invertido!)
Como Jesus demonstrou humildade durante Sua vida e ministério aqui na Terra? Bem, as Escrituras dizem que Ele não buscava honra ou louvor dos homens, mas apenas de Deus.
No Evangelho de João, Jesus diz: “Eu não aceito glória que vem de pessoas.” (Jo 5.41); “Eu não procuro a minha própria glória.” (Jo 8.50) Quando buscamos glória ou louvor humanos, revelamos um coração orgulhoso. Mas Jesus tinha um coração humilde. Ele disse: “Eu não busco Minha própria glória. Eu não busco louvor dos homens.”
Vemos Sua humildade no fato de que —não independente, mas dependente.
Em João 5, Jesus disse: “O Filho nada pode fazer por si mesmo” (v. 19). “Eu nada posso fazer por mim mesmo” (v. 30).
João 8, diz: “(...) nada faço por minha própria autoridade, mas falo como o Pai me ensinou” (v. 28). A propósito, essa humilde dependência do Pai era vista mais claramente na Sua vida de oração. Vamos falar sobre isso em uma sessão futura.
Sua humildade era vista em Seu serviço.Ele sempre buscava o melhor para os outros. Colocava as necessidades alheias acima do Seu próprio bem-estar. Na ocasião da ceia, vemos Jesus dirigindo-se aos discípulos após aquela discussão sobre qual deles era o maior. O que Jesus faz? Ele assume o papel humilde de um servo—um escravo—e lava os pés dos discípulos. Ele se inclina para servir aos servos. Sua humildade era vista no Seu serviço.
Sua humildade é vista no que chamamos de Sua Entrada Triunfal em Jerusalém, que estaremos celebrando em algumas semanas no Domingo de Ramos. Essa Entrada Triunfal cumpriu as palavras do profeta Zacarias: “Eis que o seu Rei vem até você, [como?] ... humilde, montado em um jumento.” (9.9). Reis guerreiros, quando entravam na cidade, vinham montados em cavalos. Se um rei chegasse em um jumento, isso era um sinal de paz, não de guerra.
Os judeus daquela época esperavam que o Messias viesse como um guerreiro conquistador, mas Ele veio como um Rei humilde em uma missão de paz. Como Ele não se encaixava na expectativa de um rei conquistador, eles O rejeitaram. Eles O rejeitaram. Foi a Sua humildade que fez com que O rejeitassem.
Sua humildade não foi apenas vista em Seu serviço e em Sua entrada humilde em Jerusalém, mas também em Seu sofrimento, Sua resposta a insultos e injúrias ao longo de Sua vida e ainda mais no final de Sua vida terrena, na Paixão de Cristo, como vamos estudar nas próximas semanas. Ele foi difamado. Seu caráter foi caluniado. Foi acusado de estar possuído por demônios, de ser beberrão, glutão, louco.
Eu só posso dizer que meu instinto, nessas circunstâncias, provavelmente seria defender a minha honra, defender minha reputação, ressentir aqueles que me entendem mal ou criticam, retaliar criticando-os de volta. Mas Cristo não fez nada disso. Em vez disso, Ele se humilhou.
Sua humildade é vista não apenas em todos esses aspectos de Sua vida aqui na Terra, mas Sua humildade é vista, em última análise, em Sua morte. O que diz Filipenses 2? “ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte...” (v. 8). Vemos essa humildade quando Ele dá Seu último suspiro e diz: “Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lc 23.46)—uma submissão humilde de Si mesmo ao Pai.
Sua humildade é vista nessa submissão absoluta à vontade do Pai. Ao longo de toda a Sua vida, ao vir a esta Terra, na vida que viveu aqui, em Seu sofrimento, Sua paixão, Sua morte—submissão à vontade do Pai. É uma expressão de humildade, de Seu coração manso e humilde.
E, a propósito, precisamos lembrar que Jesus sempre será humilde por toda a eternidade. Ele não foi apenas humilde quando chegou à cruz, daí ressuscitou dentre os mortos, ascendeu ao céu e deixou de ser humilde. Ele continua a ser o Deus encarnado e humilde.
Primeira Coríntios 15 nos diz:
[Block quote] Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos. (v. 28)
O que toda essa “sujeição” quer dizer? As Escrituras estão dizendo nesse trecho que Deus está no processo de submeter todas as coisas aos pés de Cristo. Mas quando tudo estiver sob os pés de Cristo, o que Cristo fará? Ele se colocará em submissão Àquele que submeteu todas as coisas a Ele, para que Deus possa ser tudo em todos—eternamente o Deus encarnado e humilde.
Quando lemos a respeito da visão de João no livro de Apocalipse, capítulos 4 e 5, nos quais ele vê o Deus resplandecente e santo sentado em Seu trono, quem João vê ao lado do trono? Como Cristo aparece nessa visão? João diz: “Eu vi (...) um Cordeiro que parecia que tinha sido morto. ” (5.6)—o humilde Filho de Deus— o Deus encarnado e humilde, por toda a eternidade.
Em seu livro Milagres, C. S. Lewis nos oferece uma imagem incrível da humildade e da humilhação de Cristo. Deixe-me ler um trecho para você. Ele diz:
Na história cristã, Deus (...) desce, desce das alturas do ser absoluto no tempo e espaço, até a humanidade. Mas ele desce a fim de subir de novo e trazer com Ele o mundo arruinado. [ênfase acrescida]
Isso nos faz pensar num homem forte, abaixando-se cada vez mais a fim de colocar-se debaixo de um enorme e complicado fardo. Ele precisa abaixar-se para levantar, quase desaparecendo sob a carga antes de endireitar incrivelmente as costas e seguir avante com toda a imensa massa balançando em seus ombros.
Pode-se também pensar num mergulhador, primeiro se despindo, depois olhando para o ar e por fim atirando-se, desaparecendo, precipitando-se através da água verde e cálida para aquela negra e fria, cada vez mais para baixo, sob uma pressão sempre crescente, até chegar à região funérea de lodo, limo e decadência. A seguir ele volta, volta à cor e à luz, com os pulmões quase arrebentando, até que surge à superfície, tendo nas mãos o objeto precioso, gotejante, que foi buscar lá embaixo.
Não é uma imagem maravilhosa do trabalho redentor e humilde de Cristo? Vou ler uma passagem, que é tão familiar para a maioria de nós, mas que precisamos ler repetidamente. Permita-me mergulhar nossos corações na Palavra.
Enquanto leio Filipenses capítulo 2, versículos 5 a 11, pense em um homem forte se abaixando até o chão para levantar uma carga pesada; pense em um mergulhador descendo até profundezas lamacentas e escuras, para resgatar algo precioso e trazê-lo de volta à superfície. Pense nessas imagens enquanto leio Filipenses 2:
[Block quote] Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus, que, mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. Pelo contrário, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos. E, reconhecido em figura humana, ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz.
Por isso também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.
Para que Deus fosse tudo em todos, Cristo se rebaixou. Ele se abaixou ao máximo para nos resgatar e nos elevar. Portanto, Deus O exaltou. Mas nossa esperança de exaltação eterna, de sermos resgatadas das profundezas de nossa pecaminosidade, está no fato de que Cristo se humilhou e desceu nessa missão de resgate.
Vou voltar a uma citação do maravilhoso livro sobre humildade de Andrew Murray. Murray diz:
[Block quote] É de se admirar que a vida cristã seja tantas vezes débil e infrutífera, quando a própria raiz da vida em Cristo é negligenciada, é desconhecida? (...) Se a humildade é o segredo de Sua expiação, logo a saúde e a força de nossa vida espiritual dependerão inteiramente de colocarmos essa graça também em primeiro lugar e fazer dela a principal coisa que admiramos Nele, a principal coisa que pedimos a Ele, a única coisa pela qual sacrificamos tudo mais... Oh, por essa humildade de Jesus em mim e em todo meu redor!
Como cultivamos a humildade? Acho que o ponto de partida é perceber que não a temos, que não é uma característica natural nossa. É uma graça. É algo que Deus dá, mas também somos chamadas a nos humilhar. É uma escolha que fazemos. O que nos leva a fazer essa escolha? O que nos afasta do nosso orgulho, da nossa autossuficiência e do nosso espírito independente? O que nos leva a um lugar de humildade no qual preferimos ser humildes do que orgulhosos? Como disse Murray, “Estude a humildade de Cristo. Considere Cristo.”
Jesus disse em Mateus 11:
[Block quote] Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, porque sou manso e humilde de coração; e vocês acharão descanso para a sua alma. (v. 29)
Murray diz:
[Block quote] É somente quando Cristo habita em nosso interior em Sua divina humildade que nos tornamos verdadeiramente humildes. Derivamos nosso orgulho de outro, isto é, Adão; logo também devemos derivar nossa humildade de Outro [com ‘O’ maiúsculo].
É Cristo em nós, o Cristo perfeitamente humilde, que se torna nossa fonte de humildade. Ele nos motiva a ser humildes. Ele nos capacita a ser humildes. Ele é a nossa humildade—Cristo em nós. “Aprendam de Mim. Eu sou manso e humilde de coração.”
- Medite Nele.
- Contemple Sua humildade, Seu serviço, Seu amor e os esforços que Ele fez para nos resgatar.
- E, acima de tudo, medite frequentemente na cruz. Volte seus olhos para Jesus. Olhe para a cruz. Veja-O sofrendo, sangrando, morrendo, se curvando até às profundezas para nos resgatar.
Medite em Cristo. Medite na cruz. Pois:
[Block quote]
Ao contemplar a rude cruz
Em que por mim morreu Jesus
Minha vaidade e presunção
Eu abandono com contrição.
Oh, obrigada, obrigada, Jesus, por escolher o caminho da humildade. Por ter descido, por ter se rebaixado, movido por amor, submissão e obediência à vontade do Pai e ter feito isso por um desejo de nos resgatar e fazer de nós Seu tesouro precioso. Obrigada por nos exaltar através de Sua humildade.
Hoje, Senhor Jesus, Te exaltamos. Te engrandecemos. Teu é o nome acima de todo nome. Tu és o Cristo incomparável e humilde, e Te amamos. Perdoa-nos por nos exaltarmos, pelo nosso orgulho, nossa tolice, nossos espíritos independentes, nossa desobediência contra Ti. Que hoje possamos nos humilhar como Tu Te humilhaste para que possas derramar graça, a graça de Cristo sobre nós neste dia. Oro em nome de Jesus, amém.
Raquel: Depois de ouvir a mensagem da Nancy, estou motivada—movida a adorar a Jesus pela Sua incrível humildade!
Esta série de ensinamentos me ajudou a apreciar o caráter de Jesus de uma maneira totalmente nova. Abriu meus olhos para aspectos da vida e ministério de Cristo que eu nunca tinha considerado.
Você pode imaginar o estresse que Jesus estava passando? Ele era constantemente criticado. Investiu nas vidas de amigos que não O entendiam e tinha uma missão incomparável dada por Deus. No entanto, a vida de Jesus era marcada por paz e calma. No próximo episódio, vamos falar sobre como aprender com Jesus a ter serenidade.
Aguardamos você aqui, no Aviva Nossos Corações.
O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, chamando as mulheres à liberdade, à plenitude e à abundância em Cristo.
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