
Dia 3: Mantendo-se firme: O silêncio majestoso de Cristo
Raquel: Às vezes, o que não dizemos é mais poderoso do que o que dizemos. E eu sei que isso é verdade. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Quando estamos seguras de quem somos e do nosso propósito, não precisamos falar tanto. Vejo essa dignidade em algumas—não muitas, mas algumas—mulheres cristãs que conheço. Elas não precisam se defender do que fazem. Não precisam dizer muito, mesmo com familiares ou amigas que não as compreendem bem. Elas simplesmente vivem a vida. Ao fazer isso, elas refletem o coração e o espírito de Jesus.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Escolhendo o Perdão, na voz de Renata Santos.
Nancy continua focando em Jesus na série chamada Incomparável- A Obra Redentora de Cristo.
Nancy: Ontem, falamos sobre o julgamento de Jesus—o julgamento judaico e o romano. Uma das coisas que mais me …
Raquel: Às vezes, o que não dizemos é mais poderoso do que o que dizemos. E eu sei que isso é verdade. Aqui está Nancy DeMoss Wolgemuth.
Nancy DeMoss Wolgemuth: Quando estamos seguras de quem somos e do nosso propósito, não precisamos falar tanto. Vejo essa dignidade em algumas—não muitas, mas algumas—mulheres cristãs que conheço. Elas não precisam se defender do que fazem. Não precisam dizer muito, mesmo com familiares ou amigas que não as compreendem bem. Elas simplesmente vivem a vida. Ao fazer isso, elas refletem o coração e o espírito de Jesus.
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Escolhendo o Perdão, na voz de Renata Santos.
Nancy continua focando em Jesus na série chamada Incomparável- A Obra Redentora de Cristo.
Nancy: Ontem, falamos sobre o julgamento de Jesus—o julgamento judaico e o romano. Uma das coisas que mais me impressiona nesse julgamento é a forma como Jesus se comportou com calma, dignidade e contenção incríveis, especialmente quando comparamos com o comportamento dos Seus opositores, que estavam tão furiosos, cheios de ódio e determinados a se livrar dEle e matá-Lo. O contraste entre os dois é realmente marcante.
Quero dedicar mais um momento ao julgamento de Cristo e focar em um aspecto específico hoje. O julgamento foi notável pelas poucas coisas que Ele disse, mas ainda mais pelo que Ele não disse. Repetidamente—e não acho que isso seja um detalhe qualquer—os relatos do evangelho mostram que Jesus ficou em silêncio diante de Seus inimigos—o que Oswald Sanders em seu livro, O Cristo Incomparável, chama de o majestoso silêncio de Cristo.
Vou ler aqui alguns trechos que mostram como isso é mencionado. Primeiro, no julgamento de Jesus diante dos líderes judeus em Marcos 14:
“E os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho contra Jesus para o condenar à morte, mas não achavam nada. Pois muitos testemunhavam falsamente contra Jesus, mas os depoimentos não eram coerentes. E, levantando-se alguns, testemunhavam falsamente, dizendo: — Nós o ouvimos declarar: "Eu destruirei este santuário edificado por mãos humanas e, em três dias, construirei outro, não por mãos humanas." Nem assim o testemunho deles era coerente.” (versos 55–59)
Nesse ponto, o sumo sacerdote vê que seu caso está fracassando, então tenta fazer com que Jesus se incrimine e testemunhe contra Si mesmo, o que era ilegal de acordo com a lei judaica. O sumo sacerdote sabia disso, sem dúvida.
“E, levantando-se o sumo sacerdote, no meio, perguntou a Jesus: [porque não conseguiu que as testemunhas falsas concordassem] ’Você não diz nada em resposta ao que estes depõem contra você?’ [Esperando que qualquer coisa que Jesus dissesse fosse auto incriminatória.] Jesus, porém, guardou silêncio e nada respondeu.” (versos 60–61)
Agora, vamos para Mateus 27, o julgamento diante de Pilatos:
“E, sendo acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, Jesus nada respondeu. Então Pilatos perguntou: ’Não está ouvindo quantas acusações fazem contra você?’ [Como se Pilatos estivesse implorando para que Jesus dissesse algo em Sua própria defesa para que Pilatos pudesse soltá-Lo.] Mas Jesus não respondeu nem uma palavra, a ponto de o governador ficar muito admirado.” (versos 11–14)
Duas vezes. Agora, uma terceira vez, Jesus está diante de Herodes em Lucas 23:
“Quando Herodes viu Jesus, ficou muito contente, pois havia muito queria vê-lo, por ter ouvido falar a respeito dele. Esperava também vê-lo fazer algum sinal. E de muitas maneiras o interrogava, mas Jesus não lhe respondia nada. [Não é um contraste? Herodes não para de falar, e Jesus não começa a falar. Jesus não responderá às perguntas.] Os principais sacerdotes e os escribas ali presentes o acusavam com veemência.” (versos 8–10)
Quando lemos textos como esses, às vezes podemos ter uma visão sanitizada do que esse julgamento pode ter sido. Podemos esquecer que não foram cenas pacíficas e respeitosas de tribunal. Na verdade, havia uma tensão crescente. Havia clamor, raiva, gritos, confusão, sangue e mais sangue. Jesus, durante todo esse tempo, estava sendo cruelmente abusado, espancado, zombado e atacado pelos soldados romanos e pela multidão sedenta por sangue.
Os acusadores de Jesus estavam fora de si com ódio. Eles estavam fora de controle. Em última análise, houve um caos total, enquanto o inferno em si desencadeava sua fúria sobre o Filho inocente de Deus.
Nesse contexto tumultuado, o silêncio de Jesus é ainda mais impressionante. A maioria das pessoas, se ameaçada com suas vidas—justamente ou injustamente—tenderia a ficar um pouco assustada, talvez aterrorizada. Se nada mais, elas falariam para se proteger.
A maioria das pessoas que estava estivesse sendo julgada por um crime capital, do qual sabia que era inocente, teria formado uma defesa fervorosa. Elas teriam apresentado todas as provas possíveis. Teriam insistido em um contra interrogatório das testemunhas. Teriam apelado a todas as autoridades e tribunais possíveis para obter vindicação.
Enquanto penso sobre isso, me lembro das poucas vezes em que me senti, de forma relativamente leve, atacada e acusada falsamente. Meu impulso natural nesses momentos foi falar muito para me defender. Se não pudesse falar com a pessoa que estava me mal interpretando ou me acusando injustamente, eu conversava com todos ao meu redor sobre isso. Muitas pessoas já passaram por algo assim.
Mas vejam, em contraste, o Cristo incomparável, ninguém é como Ele. Enquanto demonstrava Sua força e dignidade extraordinárias, Ele não resistia; não clamava para se defender das falsas acusações; não atacava Seus inimigos; não protestava Sua inocência; não expunha as mentiras de Seus acusadores e não apelava para um tribunal superior.
É impressionante quando pensamos nisso. Aquele que é a Palavra, que falou o mundo à existência com Sua Palavra, que mantém o mundo unido com Seu poder, não pronunciou uma palavra para poupar Sua própria vida. Ele não tinha nada de ruim a dizer sobre Seus inimigos. Não tinha nada de ruim a dizer sobre Seu Pai celestial, cuja vontade era que Ele sofresse e morresse. Ele manteve Seu silêncio.
Talvez possamos ver um homem ser estoico diante da morte. Mas isso não era uma questão de ser estoico estoicismo, nem era um silêncio emburrado e irritado. Ao meditar sobre isso, vejo que era um silêncio de submissão à vontade do Pai. Como diz Matthew Henry em seu comentário sobre Isaías 53, Ele “manteve a posse de sua própria alma.”
Isso é uma evidência do que temos discutido recentemente sobre a humildade e a serenidade de Cristo. Vemos isso vividamente aqui. Ele não precisou lutar ou se esforçar. Não lutou pelo direito de ser tratado como Deus ou mesmo para ser tratado de forma justa como ser humano.
Quando estamos seguras de quem somos e do nosso propósito, não precisamos falar tanto. Vejo essa dignidade em algumas—não muitas, mas algumas—mulheres cristãs que conheço. Elas não precisam se defender do que fazem. Não precisam dizer muito, mesmo com familiares ou amigas que não as compreendem bem. Elas simplesmente vivem a vida. Ao fazer isso, elas refletem o coração e o espírito de Jesus.
De onde vem essa determinação e compostura enquanto Jesus estava em julgamento e em silêncio? Esta semana, vimos o Jardim do Getsêmani, onde Jesus estava em grande angústia, implorando ao Pai em oração para que O poupasse de ter que beber esse cálice de pecado, sofrimento e morte. Mas, após confirmar que esse cálice era a vontade do Pai e ter sido fortalecido pela oração, Ele emerge do jardim resoluto e composto, sem mais uma vez implorar para que Sua vida fosse poupada, e nunca perde o controle ou ataca Seus inimigos.
Penso em como essa progressão é oposta à forma como muitas vezes lidamos com provas. Passamos pouco ou nenhum tempo falando com nosso Pai celestial sobre isso, lutando com Ele para entender Seus propósitos, alinhando nossos corações com Sua vontade e obtendo Sua perspectiva. Em vez disso, falamos interminavelmente com todos os outros sobre nossa angústia. Enviamos mensagens e e-mails irritados. Estamos prontas para explicar a todos como fomos prejudicadas. Estou dizendo isso porque eu mesma já fiz isso.
Nos esforçamos com aqueles que não nos entendem ou nos caluniam, com a intenção de nos vindicar, de expor nossos opositores e de nos colocar da melhor forma possível. “Meu marido...”, “Meus filhos...”, “Meu chefe...”, “Meu pastor...”, “Meu ex...”, e assim por diante—e contamos para todos. Jesus falou com Deus sobre suas preocupações, as deixou com Seu Pai e foi composto e resoluto para o julgamento.
Eu me pergunto o quanto mais poderíamos nos parecer com Cristo—resolutas e compostas—na presença do mal e de pessoas más se primeiro fôssemos a Deus e entregassemos nossas preocupações e angústias a Ele?
O silêncio de Jesus deve ter sido perturbador para aqueles que O julgaram. Sem dúvida, eles nunca haviam experimentado algo assim antes. Estavam acostumados a todos se rebaixarem e se curvarem diante deles. Sentiam que eram os que estavam no comando. O silêncio de Jesus foi, na verdade, um desafio à sua autoridade.
Oswald Sanders diz: “Tanto pelo Seu silêncio quanto por Suas palavras, Jesus deixou claro que era Pilatos e os judeus que estavam sendo julgados diante d’Ele, e não Ele diante deles.” Eles tiveram que sentir um pouco disso. Acho que é por isso que Pilatos estava tão desconfortável, assim como sua esposa estava inquieta, porque perceberam, "Não somos nós que estamos julgando esse homem; é Ele que está nos julgando."
O que fazer com um homem que não podia ser provocado, que se recusava a se defender ou a atacar Seus acusadores? Sabemos que Jesus não foi completamente silencioso em Seu julgamento;
Ele falou em algumas ocasiões. Por exemplo, em Mateus 26:63, um sumo sacerdote lhe fez uma pergunta direta: “... você é o Cristo, o filho de Deus?”, sabendo que Jesus estava sob um juramento solene e legalmente tinha que responder. Em 1 Timóteo 6:13, “na presença de Pilatos [Jesus] fez [uma] boa confissão.” Ele nunca negou a verdade pelo que disse ou pelo que não disse.
Mas, nas poucas vezes em que Jesus falou, Ele estava completamente no controle. E só falava mediante a vontade do Pai. Ele sabia quando falar e quando ficar em silêncio. O problema é que nós falamos quando deveríamos estar quietas e ficamos quietas quando deveríamos falar.
Acredito que uma boa forma de saber quando se manifestar, quando estamos sendo incompreendidas ou injustamente acusadas, é se a questão em jogo é a nossa honra ou a de Deus. Há uma grande diferença aí.
Vou listar várias razões pelas quais acredito que Jesus permaneceu em silêncio diante de Seus inimigos. Essas razões nos dão uma visão mais profunda sobre o propósito de Sua vida e morte. Também nos ajudam a entender melhor o que significa ser seguidora de Cristo e como responder quando somos falsamente acusadas ou tratadas injustamente.
- Ele já havia falado. Durante três anos, Jesus disse tudo o que precisava ser dito. Seu tempo de ensino, de transmitir mensagens e compartilhar a verdade já tinha sido cumprido. Agora era a hora do silêncio. Não havia sentido em lançar pérolas da verdade diante de quem não tinha coração para a verdade.
- Ele sabia que era inocente e que as acusações eram falsas. É como se alguém dissesse a outra pessoa que ela é um sapo. Ela riria de tão absurdo! Nada poderia ser mais distante da verdade. Quando acusavam Jesus falsamente, era igualmente absurdo. Quando vemos as falsas acusações por essa perspectiva, elas se tornam inofensivas.
- Jesus se recusou a se defender contra alegações absurdas porque estava focado no plano maior de Deus. Afinal, Ele disse em João 10: “Ninguém tira a minha vida; pelo contrário, eu espontaneamente a dou.” (v. 18). Ele sabia que havia um plano. E em vez de resistir, Ele abraçou o plano de Deus, a vontade de Deus.
- “Pois ele, quando insultado, não revidava com insultos; quando maltratado, não fazia ameaças mas [aqui está o motivo] se entregava àquele que julga retamente.” (1 Pedro 2:23). Ao não atacar Seus acusadores, Jesus estava dizendo: minha vida não está em suas mãos, está nas mãos de Deus. Ele confiava que Deus, em última instância, vindicaria a justiça e puniria os malfeitores.
Na semana passada, recebi um e-mail de uma amiga cujo marido havia sido demitido na noite anterior, depois de trinta e cinco anos na mesma empresa. Da perspectiva dela, ele estava sendo tratado injustamente pelo empregador.
Ela me disse: “Agora é o momento em que somos chamadas a suportar o pecado pacientemente, sendo ‘atentas a Deus.’ (1 Pedro 2:19 parafraseado), sabendo que estamos seguindo os passos de Cristo. Devemos evitar ameaças e mentiras e confiar em nosso Pai celestial.”
Esse é o coração de Cristo. Ele sofreu sem revidar, sem ameaçar, porque confiou em Deus que julga justamente.
- O silêncio de Cristo cumpriu a profecia messiânica do Antigo Testamento. Em Isaías 53, temos o cântico do servo sofredor. Diz:
“Ele foi oprimido e humilhado[sabemos que Jesus suportou abuso físico, verbal, mental, espiritual intenso, injustiça, humilhação], mas não abriu a boca. Como cordeiro foi levado ao matadouro e, como ovelha muda diante dos seus tosquiadores, ele não abriu a boca.” (v. 7).
Acredito que uma das razões de Jesus ter permanecido em silêncio é que Ele sempre quis que as Escrituras se cumprissem. Ao permanecer em silêncio, Ele estava cumprindo essa profecia do Antigo Testamento.
Este trecho também fala da natureza gentil e silenciosa das ovelhas. Cristo, o Cordeiro de Deus, se submeteu silenciosamente e foi à morte voluntariamente. Era a vontade do Pai. Era necessário que Ele sofresse e morresse para nossa redenção. Vemos Jesus dizendo em João 18: “Por acaso não beberei o cálice que o meu Pai me deu?” (v. 11).
Há uma resignação mansa e silenciosa à vontade de Deus. Não apenas no cumprimento da profecia do Antigo Testamento, mas como o Cordeiro de Deus. “Não beberei o cálice que o Pai me deu?” É um coração submisso e silencioso que estava por trás de Seu silêncio.
- Quero que vejamos o que acredito ser a principal causa do majestoso silêncio de Cristo. Isso é visto no versículo anterior de Isaías 53:6. É um versículo familiar para a maioria de nós. Este é o versículo que precede o que fala sobre Ele não abrir a boca, sobre Ele ser silencioso como um Cordeiro levado ao matadouro. O que diz o versículo anterior?
Diz: “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas;
cada um se desviava pelo seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós.”
E continua: “Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca.” Esta é a causa de Seu silêncio. Ele estava sofrendo de forma vicária, em nosso lugar, como nosso substituto. Ele assumiu a punição deste julgamento—os açoites, as zombarias, o desprezo, a rejeição e, em última instância, a cruz como se merecesse. Ele suportou voluntariamente a punição que era devida a nós por nossos pecados. Ele foi “ferido pelas transgressões do seu povo.” (v. 8) O Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós.
O silêncio é frequentemente visto como uma admissão de culpa. Você pergunta ao seu filho: “Você fez isso?” Se ele não disser nada, você sabe que a resposta é: “Sim, mas não quero te contar.” Certo? E, na verdade, Jesus está em silêncio porque estava assumindo o lugar do culpado.
Nossos pecados foram colocados sobre Ele. Ele estava assumindo diante de Deus cada pecado do qual foi acusado, os pecados dos quais éramos culpadas, não Ele. O Cordeiro de Deus sofreu silenciosamente, como nosso substituto. As iniquidades de todas nós foram colocadas sobre Ele. Ele estava sofrendo como nosso representante, nosso carregador de pecados, como o julgado, o condenado sob a ira de Deus, como nosso substituto, pagando a dívida por nossos pecados.
Ele sofreu como sofreu porque estava experimentando as ramificações completas de nossos pecados. Os golpes que Ele levou eram para nós e eram merecidos por nós. Em Seu silêncio, Ele estava cumprindo Seu papel como nosso mediador, representante e Salvador.
O que isso faz com seu coração? Isso faz você chorar: “Senhor, eu deveria estar lá. Sou eu quem merecia a dor. Obrigada. Obrigada por suportar isso silenciosamente por mim. Por não apenas ser acusado, mas por assumir o lugar do acusado, carregando meu pecado.”
Raquel: Nancy DeMoss Wolgemuth já volta. Não se esqueça, se você perdeu algum dos episódios desta série, visite o nosso site avivanossoscoracoes.com. Lá você terá acesso a todos os episódios anteriores.
Esta tem sido uma série enriquecedora— que pode impactar muito a sua adoração e gratidão nesta temporada de Páscoa.
A próxima semana será muito especial aqui no Aviva Nossos Corações. Como parte da série Incomparável, Nancy começará a focar nas últimas sete palavras de Cristo na cruz. Não há maneira melhor de se preparar para a Sexta-feira Santa e a Páscoa. Esperamos que você aprenda, adore e sirva em sua igreja neste fim de semana.
Aguardamos você na segunda-feira aqui, no Aviva Nossos Corações.
Nancy está de volta para concluir.
Nancy: Ao considerarmos o majestoso silêncio de Cristo hoje, acho importante mencionar que, atualmente, Jesus ainda permanece silencioso diante daqueles que blasfemam contra Ele. Pense em todos os ateus que estão escrevendo livros, pessoas que O acusam falsamente de ser um Deus injusto, sem amor, sem justiça; pessoas que dizem que Ele não é Deus de jeito nenhum. Na maior parte, Jesus ainda hoje suporta tudo isso silenciosamente, mas um dia Ele falará.
Ele permanece em silêncio quando nós, como Seu povo, protestamos contra Seus caminhos. Ele sabe que um dia reconheceremos que Ele fez todas as coisas bem. Portanto, não confunda o silêncio atual de Jesus com Seu silêncio final. Ele falará.
Quando Jesus veio pela primeira vez a esta terra, Ele veio como um Cordeiro para sofrer em silêncio, para oferecer Sua vida como uma oferta sacrificial pelos pecadores. Mas quero dizer que, quando Ele retornar, será como o Leão de Judá, para retribuir a todos os malfeitores e reinar com aqueles que Ele redimiu através de Seus sofrimentos substitutivos. Amém? Ora vem, Senhor Jesus.
Raquel: O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, chamando as mulheres à liberdade, à plenitude e à abundância em Cristo.
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