Leia a Transcrição Completa
Raquel Anderson: Quando o medo se levanta, Portia Collins recorre à Palavra de Deus e faz estas perguntas:
Portia Collins: O que Deus diz? O que Ele está realmente dizendo? Deus é bom? Sim. Deus é soberano? Sim. Deus será glorificado, mesmo nas piores situações? Sim!
Raquel: Este é o Aviva Nossos Corações com Nancy DeMoss Wolgemuth, autora de Render-se completamente a Deus, na voz de Renata Santos.
Você já se perguntou o que a Palavra de Deus diz sobre. . . sei lá. . . qualquer assunto? Ainda bem que você perguntou, porque aqui no Aviva Nossos Corações queremos equipar você com respostas bíblicas para perguntas práticas que você enfrenta na vida.
Nancy DeMoss Wolgemuth: E uma dessas perguntas tem a ver com: “Como confiar na bondade de Deus quando você está passando por circunstâncias em que não parece que Deus realmente é bom?” O programa de hoje vem na sequência de uma mensagem sobre esse tema que ouvimos ontem e que foi transmitida em 2019 no Summit Irmãs em Ministério.
Kristen Wetherell nos levou ao Salmo 34, onde o rei Davi diz: “Busquei o Senhor, e ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores.” Uau! Essa é uma afirmação impressionante! Kristen nos apontou para a bondade de Deus que vemos destacada no versículo 8: “Provem e vejam que o Senhor é bom; bem-aventurado é quem nele se refugia.”
Essa passagem continua falando sobre temer o Senhor, e Kristen nos mostrou que o temor correto do Senhor expulsa os temores errados e prejudiciais nos quais podemos cair. Portanto, a solução quando estamos lutando com medo e dúvida é confiar na bondade de Deus e encontrar nossa satisfação nele, aconteça o que acontecer.
Raquel: Sem dúvida foi uma mensagem rica em consolo e verdade, e, se você perdeu, eu a incentivo a ouvir o episódio de ontem. Acesse o nosso site avivanossoscoracoes.com e clique na aba podcasts.
Kristen compartilhou essa mensagem no Summit Irmãs em Ministério, e no episódio de hoje vamos ouvir uma conversa super útil sobre como lutar, de forma prática, contra o medo pecaminoso.
Aqui está Nancy em conversa, primeiro com Kristen e depois com outras queridas que fazem parte do Irmãs em ministério.
Nancy: Você compartilhou que, por razões humanamente compreensíveis, tem enfrentado medos — inclusive na gravidez, coisas que aconteceram e resultaram em temores. Então, quando você se depara com isso — um sonho assustador, pensamentos de medo (e vou deixar Kristen responder, mas também convido qualquer outra pessoa a contribuir, a partir da própria experiência) — o que você faz?
Kristen Wetherell: A Bíblia é muito clara ao dizer que a vida cristã é uma batalha. E, portanto, o medo, eu creio, é uma batalha. O mundo gosta de nos dizer que existe uma maneira de não ter medo, e, em certo sentido, acho que isso é verdade. Em Cristo, somos, em última instância, vitoriosas sobre o poder do medo, mas eu continuo levando isso ao Senhor em oração.
Acho que é importante confessar que estou com medo e, então, buscar passagens específicas da Sua Palavra e me aprofundar no que é verdadeiro, para levar meus pensamentos cativos. É praticamente todos os dias, porque precisamos continuar lutando. Lutar contra seus medos é como um músculo que precisa ser exercitado; a fé também é assim. Então, eu continuo me rendendo ao Senhor.
Mas também acho que a pergunta “Isso é verdade?” é muito útil. Porque, sim, certas coisas foram verdadeiras em nosso passado. Mas a pergunta “Isso é verdade?” ajuda no sentido de: “Qual é a minha realidade agora?” ou “Isso está acontecendo agora?”
Estou apenas imaginando essa possibilidade, e a Bíblia nos diz para pensar no que é verdadeiro, e isso também é útil. (Fp. 4.8)
Nancy: Robert costumava me dizer: “Espere para se preocupar.” Tipo, isso não está acontecendo neste exato momento. E às vezes eu respondia: “Bem, você simplesmente não está sendo realista!” Mas é um bom conselho: “Espere para se preocupar.”
Alguém mais se identifica com o medo — seja com a forma como luta contra ele ou com a maneira como encorajaria outra pessoa a enfrentá-lo? Porque eu não acho que Kristen seja a única pessoa nesta sala ou no mundo que luta com isso! Betsy?
Betsy Gomez: Eu me identifico muito com você, porque em 2014 eu estava na conferência Mulher Verdadeira quando engravidei, minha terceira gravidez. Eu perdi o bebê, foi o meu primeiro aborto espontâneo; depois tive outro, e depois mais outro. Tive três abortos espontâneos. Chegou um ponto em que eu não queria engravidar novamente, porque estava com muito medo.
E depois eu não consegui; não engravidei por vários anos. Quando nossa família estava pronta para se mudar para outra cidade aqui nos Estados Unidos, no segundo dia depois da mudança, tivemos a notícia que eu estava grávida. Eu fiquei com tanto medo! Medo de ter outro aborto espontâneo. Eu até andava como um pato o tempo todo, como se tivesse uma bola entre as pernas, porque tinha medo de andar de um jeito que pudesse perder o bebê.
Lembro-me do meu marido olhando para mim enquanto eu andava daquele jeito estranho e dizendo: “Por que você está andando assim?”
E eu disse: “Eu só quero pressionar bem, porque eu quero manter o bebê.”
Enfim, a palavra que o Senhor continuava trazendo ao meu coração naquela fase era o Salmo 127.1: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam. Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Será inútil levantar de madrugada, dormir tarde, comer o pão que conseguiram com tanto esforço; aos seus amados ele o dá enquanto dormem.”
Naquele tempo, eu não estava apenas com medo de um aborto espontâneo; também tinha medo de não ser uma boa mãe. Eu até tinha medo de ter uma menina. Eu pensava: “Será que eu consigo fazer isso?” E simplesmente me lembrar da soberania de Deus, lembrar-me da Sua provisão e abraçar o momento.
Lembro-me de dizer a mim mesma: “Se essa vida vai durar dois meses, cinco meses, três anos ou cem anos, a vida deve ser celebrada!” Acho que uma mistura de gratidão e de lembrar-me da soberania de Deus foi a maneira como consegui perseverar.
Desastres e perdas podem acontecer, então é um exercício constante de ser grata pelo hoje, confiar em Deus pelo amanhã e confiar em Sua soberania. Então, obrigada por compartilhar isso.
Nancy: Laura, como você lida com o medo?
Laura Wifler: Eu costumo pensar no medo como “transformar uma possibilidade futura na sua realidade atual”. Muitas vezes, quando estou com medo, meu marido diz [calmamente]: “Ok, então o que faríamos?” [Laura responde, aflita:] “Eu não sei!” E então ele diz [deliberadamente]: “Não, sério, se isso acontecer, o que faríamos?”
Então, ele meio que me força a desenvolver o cenário. Muitas vezes consigo pensar em pelo menos alguma coisa, ou então pensamos juntos: “Ok, tomaríamos tal decisão e confiamos em Deus para isso”, ou “Faríamos esta ou aquela mudança”.
Minha filha mais nova tem necessidades especiais. Ela tem dois anos. Não sabíamos disso durante toda a gravidez. Quando eu estava com trinta e seis semanas, fui a uma consulta de rotina e mediram minha barriga. Eu sempre media um pouco abaixo, mas desta vez as minhas medidas estavam bem abaixo do esperado, e eu tinha encolhido o equivalente a dez semanas — então estava medindo como se tivesse vinte e seis semanas.
Eles reagiram tipo: “Oh!” Tudo ficou um pouco caótico, e disseram: “Você vai ter esse bebê hoje!” Aí um monte de coisas aconteceram. Enfim, resumindo, lembro que me falaram o seguinte: “Há cinquenta por cento de chance de ela ter necessidades especiais e cinquenta por cento de chance de a placenta simplesmente ter falhado, e você estar perdendo líquido. Precisamos tirá-la agora.”
Minha reação inicial foi: Ela não pode ter necessidades especiais! Isso não pode acontecer! Eu não saberia o que fazer; não consigo lidar com isso. Já vi pessoas passando por isso, e isso não é para mim! Eu não aguentaria; não seria boa nisso. Isso é diferente.
Dois meses depois, descobrimos que ela tem uma doença genética e, de fato, tem necessidades especiais. E a razão pela qual eu não conseguia imaginar isso é porque, naquele momento, eu não tinha recebido a graça para passar por isso. Acho que, muitas vezes, com nossos medos, pensamos em todos cenários e tentamos atravessá-los sem a graça de Deus.
Isso tem sido um grande consolo para mim ao ver a vida de outras pessoas. Gente, estamos ouvindo histórias de coisas muito, muito difíceis. Eu olho para vocês e penso: Como vocês estão conseguindo? Como estão permanecendo fiéis? Como têm alegria? Como têm esperança? Porque eu não consigo imaginar!
Mas eu sei que é porque a graça de Deus as sustentou. E não importa o que eu enfrente no futuro, não importa o que me aguarda ou qualquer coisa assustadora que aconteça, a graça de Deus me sustentará. Ele se apega a nós com muito mais firmeza do que jamais poderíamos nos apegar a Ele, e isso é um verdadeiro consolo quando penso nos meus medos.
Raquel: Esse é um tema sobre o qual tenho falado com mães há quatro ou cinco anos. Quando comecei o processo de escrever Mentiras em que as meninas acreditam e o Mentiras em que as meninas acreditam . . . Guia das mães, participei de grupos pequenos pelo país inteiro. . . e o medo apareceu muito.
E tenho refletido muito sobre isso e tido muitas conversas. Cheguei a algo que considero importante, mas quero colocar um pequeno aviso aqui. Kristen, você disse algo logo no início hoje, enquanto compartilhava de forma tão doce. Você disse que, na maioria das vezes, nossos medos revelam quem ou o que estamos adorando.
Acho que esse é um caminho que vou seguir. Meu espírito ficou em alerta quando você disse isso; achei excelente. Talvez seja por isso que Deus diga constantemente nas Escrituras: “Não temas!” E quantas vezes, quando Ele diz “Não temas”, Ele está prestes a fazer algo fenomenal por nós?
Como quando vai aos pastores e a Maria e José e diz: “Não tenham medo! Estou prestes a fazer a melhor coisa de toda a história do mundo!” E, ainda assim, vemos esse padrão ao longo das Escrituras: muitas vezes temos medo por causa de mudanças, algo se deslocando, algo diferente no ambiente, e ficamos temerosas quando Deus está fazendo algo bom.
Eu realmente acho que tendemos a criar nossos filhos a partir do medo, muitas vezes, e é isso que quero abordar com este versículo. O medo, antes de tudo, é algo bom, por que quem nos deu isso? Quem nos deu as emoções? Deus. Quando lemos Gênesis, vemos que quando Ele terminou de criar tudo, disse: “Isto é bom.” (Gn 1.31)
Então, o medo. . . pelo menos quando há um urso nos perseguindo, é algo muito bom, certo? Ou uma barata! O medo tem propósito em nossa vida, mas este versículo: “Porque Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.” (2 Tm. 1.7)
Então, “espírito de covardia [ou medo]” — o que é um “espírito de medo”? É quando é crônico, quando não faz sentido, quando permeia sua vida, quando controla suas decisões em vez de a Palavra de Deus controlar suas decisões.
E acho que vejo, muitas vezes, como mães. . . eu ainda estou “maternando” todos os meus filhos. Eles estão na casa dos vinte anos. Eu apenas estou maternando em uma fase diferente da vida e aprendendo essa nova fase. Quando crio meus filhos a partir de um espírito de medo, como um padrão consistente na minha vida, isso não vem de Deus. Então, de onde vem? Vem do inimigo, e é uma luta.
É aí que entramos no fato de que isso é uma guerra espiritual, certo? É um espírito de medo ou é o Senhor colocando meu coração em alerta? E onde é um espírito de medo é quando criamos filhos a partir desta perspectiva, dizemos: “Não posso falar com ela sobre. . .” porque você tem questões do seu passado nessa área.
“Não posso falar com ela sobre. . .” porque há tantas mentiras no mundo. Ou: “Não estou no controle disso”, então vou ser uma mãe apática e não fazer nada a respeito, porque ela está enfrentando drama de amizade na vida dela, ou seja lá o que for.
Mas a receita, penso eu, para vencer esse espírito de medo também está em um versículo das Escrituras. O que lança fora o medo? O perfeito amor! (1 Jo. 4.18). E onde você vai conseguir isso? Do seu marido bonitão? Nããão, des-cul-pa! (risos) Você vai conseguir isso na presença de Deus.
Então, eu diria que toda vez que sinto esse medo. . . o inimigo realmente tem me atormentado em sonhos. Não sei por quê, quando vou dormir. . . não são apenas sonhos de pizza; são sonhos tipo “sua vida está se desenrolando, menina”, sabe? Mas eu acordo e a primeira coisa que digo é: “Senhor, eu preciso do Teu amor. Antes mesmo de decidir se isso é válido, se o Senhor está falando comigo, se eu devo mudar algo, eu preciso do Teu amor!”
E eu começo a refletir: “Onde posso experimentar o amor de Deus?” Eu preciso ir buscar um amor sustentador de Deus, para que o amor de Deus lance fora o medo. E assim tenho o preparo para saber como lidar com aquilo que está me afligindo em medo.
Portia Collins: Toda vez que penso em medo, para mim ele quase sempre está ligado a um ídolo de conforto, algo que tenho medo de perder ou de experimentar, ou algo assim. Alguns dos momentos mais difíceis ou mais assustadores foram quando me vi diante da possibilidade de passar por algo que eu não queria passar.
Antes de ter minha filha, também tive um aborto espontâneo. Depois, quando engravidei da minha filha, eu literalmente desapareci da face da terra, porque fiquei muito doente. Não sei se você já ouviu falar de HG, hiperêmese gravídica, mas foi isso que enfrentei.
Depois que meio que superamos essa fase, por volta de vinte e oito ou vinte e nove semanas, determinaram que eu tinha pré-eclâmpsia. E minha filha nasceu sete semanas antes da data; fui induzida sete semanas antes.
Durante todo esse processo, desde o momento em que engravidei dela, eu ficava tentando “pensar positivo” para sair daquilo. Sabe, “Vai ficar tudo bem”, isso e aquilo. Quando chegamos ao momento em que ela estava na UTI neonatal, lembro-me de olhar para ela naquela incubadora e pensar: “Ela vai viver?”
Era tipo: “O que eu faço com isso, Deus?! E se ela não viver? Qual deve ser a minha resposta?” Fui levada a essa passagem das Escrituras em Lucas 22.41–44. Jesus estava orando no Monte das Oliveiras; Ele estava no Getsêmani. É ali que O vemos sendo brutalmente honesto com o Pai.
Ele diz: “É isso que estou sentindo.” As Escrituras dizem que Sua angústia era tão intensa que Ele suava gotas de sangue. Então Ele diz: “É isso que estou sentindo”, mas em seguida diz: “Não seja feita a Minha vontade, mas a Tua.” E foi para aí que Deus me levou: “Mesmo que seu bebê não viva — e isso será horrível — saiba que a Minha vontade e a forma como Eu opero soberanamente permanecem, e que Eu continuo sendo bom. Apoie-se nisso!”
Então, o que me manteve firme quando meus medos, minha ansiedade e tudo isso estava me enlouquecendo, foi voltar à verdade da Palavra de Deus. O que Deus diz? O que Ele está realmente dizendo? Deus é bom? Sim. Deus é soberano? Sim. Deus será glorificado, mesmo nas piores situações? Sim!
Então eu preciso confiar nisso, mesmo que eu enfrente momentos muito desconfortáveis, difíceis e dolorosos. Eu sei que Deus continua sendo bom. Deus continua sendo soberano. O plano dele continua sendo mais importante do que qualquer outra coisa, e a vontade dele será feita!
Aylín Mercke: Primeiro, muito obrigada por compartilhar isso. Foi tão encorajador. O medo, acho, tem sido uma luta na minha vida. Lembro-me de que minha mãe me fez ler o livro do John MacArthur sobre como enfrentar a ansiedade quando eu tinha onze anos. Tem sido algo que parece uma batalha ao longo da vida, mas, mais recentemente, tem sido muito difícil para mim perder tanta comunidade nos últimos anos — especialmente depois de ter tido uma comunidade tão maravilhosa na República Dominicana.
Parece ser uma perda contínua. Moramos na República Dominicana, e às vezes pessoas precisam deixar o campo missionário, às vezes de forma inesperada — como quando o visto não é renovado ou uma criança fica doente e precisam voltar para os EUA.
Tenho visto o efeito de todas essas mudanças na vida dos meus filhos, e fico com tanto medo de que precisemos voltar antes da hora ou antes do que planejamos. Tenho medo de que isso machuque muito meus filhos; uma das minhas meninas tem muita dificuldade, luta com mudanças.
Foi muito bom pensar nisso hoje em termos da eternidade. Isso foi super encorajador para mim. E, respondendo à sua pergunta, quando passei por depressão pós-parto da primeira vez, eu fiquei apavorada com os pensamentos intrusivos que estava tendo, coisas que nunca tinha pensado na vida.
Eu amava minha filha de todo o coração, mas tinha pensamentos loucos. Era horrível, coisas realmente horríveis! Lembro-me de chorar muito com meu marido. Eu estava com tanto medo! “Quem é essa pessoa, e o que está acontecendo dentro de mim?!”
E o Salmo 3.3: “Porém tu, Senhor, és o meu escudo protetor.” Eu tive que me imaginar me escondendo sob Cristo como meu escudo. Tive que literalmente me imaginar assim: “Cristo é um escudo ao meu redor, e eu estou escondida; todos esses dardos estão vindo. Eu não consigo me defender, mas Ele consegue.”
Foi assim que consegui dormir à noite, quando finalmente Ele me deu paz de que Ele estava lutando por mim. E essa foi a outra coisa: lembrar que Deus é Quem luta e que Jesus luta por mim. Ele está vestindo a armadura de Deus em Efésios 6; Cristo está vestindo essa armadura.
É Ele Quem está dizendo ao Pai: “Eu não tenho medo. Eu confio em Ti.” Eu precisava continuamente pensar nele como o Valente. Ele é Quem diz ao Pai: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo?” E, ao imaginar Cristo dizendo isso, pude então saber que essa também era a minha vida e que eu poderia lutar dessa maneira.
Hunter Beless: Quando estou lutando com um medo debilitante, lembro-me de me reorientar para o único que é digno dele. Eu amo a exortação de Jesus aos discípulos em Mateus 10.28.
Ele diz: “Não temam os que matam o corpo, mas não podem matar a alma; pelo contrário, temam aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.”
Um dos meus mentores diz isso (o nome dele é Matt Lance): “O temor de Deus corretamente orientado leva a uma grande fé em Deus, que então gera coragem em nós.” Então, quando estou experimentando medo de algo ao meu redor, lembro-me de reorientar meu temor para o único que é digno dele!
Raquel: Oh, isso foi muito bom! Você pode repetir essa última frase?
Hunter: Quando estou experimentando medo de algo ao meu redor, lembro-me de reorientar meu temor para o único que é digno dele!
Raquel: Muito, muito bom. Ouvimos Hunter Beless, e também ouvimos várias outras mulheres que fizeram parte do Summit Irmãs em ministério. Conversamos sobre algumas estratégias práticas para lutar contra o medo.
E para te ajudar quando o medo quiser se instalar na sua vida, preparamos o livreto digital Encarando nossos medos.
Para receber esse livreto digital, você só precisa efetuar uma doação de qualquer valor por PIX ou cartão. Acesse a aba “DOAÇÕES” no nosso site para ver os detalhes de como fazer essa doação.
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O Aviva Nossos Corações é o ministério em língua portuguesa do Revive Our Hearts com Nancy DeMoss Wolgemuth, sustentado por seus ouvintes e dedicado a chamar as mulheres à liberdade, plenitude e abundância em Cristo.
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